Colesterol alto avança entre jovens adultos e acende alerta para a importância do diagnóstico precoce

A doença, antes associada ao envelhecimento, tem sido cada vez mais frequente antes dos 40 anos.

São Paulo, agosto de 2026 - O colesterol alto deixou de ser uma condição restrita ao envelhecimento. Cada vez mais jovens adultos, especialmente entre os 20 e 40 anos, apresentam alterações nos níveis de colesterol impulsionadas por mudanças no estilo de vida, como o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, o sedentarismo, o estresse e a falta de acompanhamento médico.

O principal desafio é que a condição evolui de forma silenciosa na maioria dos casos, e muitas vezes só é descoberta em uma situação crítica: após um evento cardiovascular grave, como infarto ou acidente vascular cerebral (AVC). E, de acordo com a professora da Faculdade São Leopoldo Mandic e médica cardiologista, Dra. Carla Patricia Prado, o aumento de diagnósticos em pacientes mais jovens reflete uma mudança importante no perfil das doenças cardiovasculares.

"Há alguns anos era mais comum encontrarmos alterações importantes do colesterol em pessoas mais velhas. Hoje, vemos pacientes na faixa dos 20 e 30 anos já apresentando fatores de risco que podem comprometer a saúde cardiovascular se não forem identificados e tratados precocemente", afirma.

O colesterol, apesar da fama de vilão da saúde, é indispensável para o organismo. Participa da produção de hormônios, vitamina D e da formação das membranas celulares. O problema surge quando há excesso de LDL, popularmente conhecido como “colesterol ruim”, favorecendo o acúmulo de placas de gordura nas artérias, dificultando a circulação do sangue.

Fatores como predisposição genética, obesidade, diabetes, hipertensão e tabagismo contribuem para o desenvolvimento da condição. Além da alimentação rica em produtos industrializados e da baixa prática de atividades físicas. Com isso, especialistas alertam que a prevenção deve começar antes mesmo do aparecimento de sintomas.

Com diagnóstico precoce (realização periódica do perfil lipídico para avaliar os níveis de colesterol) e adoção de hábitos saudáveis, é possível reduzir o risco de doenças cardiovasculares e preservar a qualidade de vida ao longo dos anos. A frequência dos exames pode ser individualizada considerando idade, histórico familiar e condições clínicas de cada paciente.

Sobre a São Leopoldo Mandic

Considerada, por 15 anos consecutivos, uma das dez melhores instituições de ensino superior do país segundo o Índice Geral de Cursos (IGC) do MEC, a Faculdade São Leopoldo Mandic, de Campinas, reúne, em seu corpo docente, professores doutores com vasta produção científica formados pelas melhores instituições de ensino do Brasil e do exterior. Estruturada com laboratórios de última geração, clínicas odontológicas completas, cenários de prática em hospitais e Unidades Básicas de Saúde conveniados, a instituição oferece aos alunos vivência prática nos cursos de Odontologia e de Medicina desde o 1º ano, bem como atividades de pesquisa e prestação de serviços comunitários. Dispõe de laboratórios de simulação realística, recursos modernos para diagnóstico e treinamento e HUB de inovação, que estão a serviço dos cursos de graduação e pós-graduação. Conta também com projetos de extensão como o Barco da Saúde, que leva atendimento médico e odontológico às comunidades carentes. A Faculdade São Leopoldo Mandic faz parte do Grupo Mandic, que possui outras nove unidades de pós-graduação distribuídas pelo país e uma em Portugal. Também fazem parte do Grupo mais três Faculdades de graduação em Medicina, nas cidades de Araras-SP, Limeira-SP e a Faculdade de Medicina do Sertão (FMS) em Arcoverde-PE.

Por Assessoria de Imprensa Grupo Mandic Brasil:

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